Surpresa
Vicente Ampessan, Luiz Slongo Ampessan, Juliano Ampessan, Mari Fontana Ampessan, Marli Marlene Nitsche Ampessan, Soneide Ampessan e Roberto Ampessan, além de outros, assinam uma extensa relação de credores, com contas a receber, tanto individualmente, como das empresas ligadas a eles. A relação foi emitida pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás em agosto, com valores expressivos, que vão desde 30 reais devidos a provedores de internet a valores milionários a bancos e empresas espalhadas pelo país, segundo o documento. O conhecido grupo empresarial da família e até então conhecido como um dos maiores do agronegócio em Formosa e Cabeceiras, ajuizou em agosto, uma tutela cautelar antecedente, medida judicial preparatória relacionada a pedido de recuperação judicial ou falência. O processo foi distribuído a uma das Varas Cíveis da Comarca de Formosa. A medida cautelar antecedente pode ser utilizada por empresas que enfrentam dificuldades econômico-financeiras para buscar proteção judicial enquanto estruturam e apresentam o pedido principal de recuperação judicial, observados os requisitos previstos em lei. A Justiça aceita o pedido de recuperação extrajudicial das empresas Ampessan, que passa a ter prazo para comprovar a adesão dos credores ao plano de reestruturação de dívida estimada em aproximadamente um bilhão de reais. Na região, circula entre produtores rurais e empresários que a situação da família e das empresas do grupo, apresentada pela Justiça goiana, pode não ser tão grave como parece, uma vez, segundo informações, que membros dos Ampessan, continuam investindo em terras e veículos caros, mantendo um padrão de vida não condizente àqueles que devem muito e geram prejuízos para pessoas, incluídos funcionários e empresas de todos os portes, que estão sendo prejudicados. O espaço está aberto para os citados na reportagem apresentarem suas manifestações.











