“Tião Caroço” é chamado por ex-aliado de “o câncer da política formosense”

Muito da desunião da classe política local e da falta de representatividade de Formosa em Goiânia e Brasília, se deve às articulações políticas de bastidores negativas e de má fé do ex-prefeito Sebastião Monteiro Guimarães Filho o “Tião Caroço”. Essa afirmação não é novidade, há anos o ex-prefeito, que ocupa atualmente o cargo de diretor Institucional da Assembleia Legislativa de Goiás/Alego, vem prejudicando Formosa e a sua população. A afirmação é do vereador Marcos Goulart/MDB, pré-candidato a deputado estadual e ex aliado do ex-prefeito, que durante uma entrevista de rádio, afirmou que “Tião” custa aos cofres do Estado, mais de R$ 200 mil por mês. De dois em dois anos, nos períodos eleitorais, “Tião” que está com 75 anos, exerce a sua influência na capital para afastar e desacreditar potenciais lideranças e possíveis candidatos, seja a prefeito, deputados estadual ou federal. Ele sabe que a ascensão de uma pessoa de Formosa, significa o seu enfraquecimento na capital e consequentemente a perda de poder, seja no Governo, seja na Alego.
FRACASSOS – Em 2026, com a possibilidade de surgir em Formosa um nome competitivo, “Tião” se mobiliza novamente no sentido de prejudicar e afastar essa possibilidade. Por isso, diante das “artimanhas” do ex-prefeito em prejudicar qualquer um e não respeitar a vontade do formosente em ter um representante em Goiânia, “Tião Caroço” é reafirmado como um político maléfico aos interesses de Formosa no Poder Público. O desempenho eleitoral do ex-prefeito tem sido negativo nas últimas eleições, e os candidatos apoiados por ele têm enfrentado sucessivas derrotas nas urnas. Foi assim com Paulo Araújo/Itamar Barreto em 2020 e Décio Fagundes/Roberta Brito em 2024, todos candidatos a prefeito e vice. “Tião”, que visivelmente se coloca de forma oculta contra autoridades eleitas de Formosa em Goiânia, mesmo recebendo em sua sala na assembleia, pessoas de diferentes partidos, é visto pelo vereador e por grande parte da classe política formosense como um político que ficou no passado, e que apesar de ainda exercer influência é mal avaliado na cidade onde nasceu.

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