O síndico do prédio onde a corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, desapareceu e foi morta, foi transferido para Caldas Novas nesta sexta-feira (30) para auxiliar em diligências no local do crime. A informação consta em apurações da imprensa local.
Daiane estava desaparecida desde o dia 17 de dezembro de 2025, quando saiu de seu apartamento para checar um problema de energia no subsolo do prédio onde morava. Câmeras de segurança registraram o trajeto dela até o elevador, mas não há registros dela deixando o edifício.
O corpo da corretora foi encontrado na madrugada de 28 de janeiro de 2026 em uma área de mata no entorno da cidade, conforme indicou o próprio suspeito às autoridades após confessar o crime.
O principal suspeito, Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, que atuava como síndico no condomínio onde Daiane morava, foi preso logo após sua confissão e teve a prisão mantida pela Justiça em audiência de custódia.
Segundo a polícia, o crime pode ter ocorrido em um intervalo de apenas 8 minutos, com o síndico evitando câmeras ao usar escadas internas do prédio para não ser flagrado.
O filho do suspeito, Maicon Douglas de Oliveira, também foi detido pela polícia sob suspeita de tentar obstruir as investigações, por exemplo, fornecendo um celular novo ao pai, o que poderia ocultar evidências importantes.
A motivação exata do crime ainda não foi totalmente esclarecida, mas as investigações apontam para desentendimentos e conflitos prévios entre Daiane e o síndico, incluindo denúncias de perseguição e disputas sobre a administração de imóveis no condomínio.
Autoridades prometeram dar sequência às diligências e à perícia, à medida que o caso segue sendo investigado sob sigilo, com expectativa de mais resultados à medida que exames técnicos e análises das câmeras e do celular envolvido sejam concluídos.











